Vitória surpresa de Luis Alegria

Luís Alegria (Datsun 1200) venceu a segunda corrida, uma prova plena de emoção e surpresas até ao baixar da bandeira xadrez.

Victor Araújo (Datsun 1200) voltou a colocar-se na frente, trazendo José Fafiães (Datsun 1200) logo atrás.

Mais atrás uma luta muito interessante terminou demasiado cedo, quando o Morris 1275 Gt de Filipe Nogueira avariava na recta da meta, ao fim de seis minutos de prova.

Aos oito minutos de prova Victor Araújo ficava parado com problemas mecânicos e José Fafiães herdava o comando da prova.

Nesta altura, Arnaldo Marques (Datsun 1200) ganhou uma posição a Bruno Pires, que logo depois desistia também com problemas mecânicos, largando óleo na pista.

Os trabalhos para retirar o Datsun 1200 de Araújo complicavam-se, além disso era necessário limpar o óleo e o safety car entrava em pista.

José  Fafiães via assim Luís Alegria a voltar a “colar-se” à traseira, aos 15 minutos de corrida, altura em que a prova era retomada.

Fafiães tinha que suar para manter Alegria “em respeito”. Arnaldo Marques colocava-se no terceiro posto e era o melhor dos Históricos de 71.

O sexto lugar era muito discutido. Paulo Silva (Datsun 1200) e Sérgio Monteiro (Autobianchi A112 Abarth) eram os protagonistas de várias trocas de posições, até que Monteiro se colocava lado a lado com Silva, na chicane após a meta. O toque acontecia, Monteiro levava a melhor, mas perdia tempo.

Rui Castro beneficiou do toque e aproveitou para ganhar um lugar. Passou para sexto. A um par de minutos do fim Sérgio Monteiro recuperou o lugar, que já tinha sido seu.

No último minuto José Fafiães pressionou, manteve um andamento fortíssimo e a escassos metros da chegada o motor do Datsun calou-se e Fafiães ficou a olhar para Luís Alegria, que seguiu para a vitória. Foi o primeiro a cortar a meta e ganhou os H75.

Arnaldo Marques cortou em segundo e venceu os H71.

João Braga foi o segundo H75, cortou a meta em terceiro, à frente de Fernando Charais o terceiro dos Históricos de 75.

Sérgio Monteiro, ganhou a Taça 100, tendo sido o quinto a cortar a meta.

Ruis Castro, depois de uma prova plena de emoção, ganhou o Grupo Um, à frente de Paulo Silva, terceiro classificado nos H71.

Depois de todo ao azar, José Fafiães teve que se contentar com o sétimo posto final, à frente de Ricardo Gomes, a quem tinha ganho uma volta. Gomes, terminou com o segundo posto do Grupo Um, logo seguido por Filipe Ferreira, terceiro do grupo e simultaneamente o homem que fechava o “top 10”.

  • Anpac
  • Fpak
  • Full Eventos
  • Hankook
  • Murganheira